Francisco de Moura Mouzinho (Chiquinho Félix) (25/12/1934 - 12/10/2006)
Eternas saudades.
“naquela mesa ele sentava sempre e me dizia sempre o que é viver melhor naquela mesa ele contava histórias que hoje na memória eu guardo e sei de cor naquela mesa ele juntava gente e contava contente o que fez de manhã e nos seus olhos era tanto brilho que mais que seu filho eu fiquei seu fã eu não sabia que doía tanto uma mesa num canto, uma casa e um jardim se eu soubesse o quanto dói a vida essa dor tão doída, não doía assim agora resta uma mesa na sala e hoje ninguém mais fala do seu bandolim naquela mesa ta faltando ele e a saudade dele ta doendo em mim naquela mesa ta faltando ele”
Música de Nelson Gonçalves | Francisco Fernandes Ventura *14/07/1929 +29/10/2007 Trinta dias de Saudades...
Guardo e guardarei sempre no meu coração os 43 anos que vivemos em harmonia, alegrias e amor. Parecia mesmo que nunca iria passar por esta cruel separação. É mesmo tão triste... Mesmo nos dias claros parece ser escuro sem seu sorriso ao meu lado. Em todos os cantos de nossa casa vejo sua imagem. Para mim tudo acabou; é mesmo difícil viver sem você... Você foi uma pessoa que soube semear tudo de bom e necessário para viver e em vida colheu muitos frutos dessa luta: O amor a Jesus e ao próximo, exemplo que deixou para seus filhos; esposo fiel, amoroso e compreensível. Nada temia ao seus lado; hoje só me resta sua falta e a saudade. Jesus é meu grande Consolador e Nele tenho força pra continuar nessa caminhada sem você fisicamente ao meu lado. Que nosso Mestre lhe acolha na Sua casa celestial. Saudades sem fim, Sua esposa Maria Rita; filhos Nilton, Corrinha, Lourdinha e Nailson (in memorian); netos Kyvia, Niltinho, Sidalminha, Kilmara e Rafael; nora Sidalma e genro David.
|  Marcelino Oliveira da Costa 29/01/1971 11/10/2007
A vida é uma seqüência de términos e começos - é o que nos faz fortes é a capacidade de enfrentar com coragem e humildade os desafios que ela nos apresenta. Assim foi a sua passagem entre nós Marcelino, repleta de partilha, gestos e atitudes de doação, sinceridade e verdadeira amizade. E antes que pudéssemos agradecer você partiu. Partiu o Santo da terra, como carinhosamente chamávamos, para o grande encontro com os santos do céu. O tempo não te deu tempo, para a conclusão de tua formatura em Engenharia Agrícola, para o ingresso no mercado de trabalho e tantos outros sonhos... A doença tomou conta do teu ser e silenciosamente você ia partindo, sem lamentações, mesmo na grande via-crúcis que tiveste que experimentar na busca do que era melhor para tua recuperação. Inerte sob o leito de uma UTI, os aparelhos eram elos da comunicação - apenas eles. E nós amigos e família pedíamos a Deus, para que se fosse da vontade DELE, curasse teu corpo, mas ELE simplesmente curou tua alma. Finalmente, tua missão aqui na terra terminou, Partiste deixando uma saudade imensa, um vazio sufocante, restando conosco, as recordações, o exemplo de bondade, humildade, honestidade resignação e fé. Ficou apenas a convicção de sua existência em nosso passado, as saudades em nosso presente e a doce lembrança para toda vida. O nosso compromisso de agora em diante, é seguir o legado de honradez que nos deixou. E num misto de lágrimas e saudades, agradecemos a Deus os momentos de alegria vividos com o teu riso fácil, seus ensinamentos, os sonhos construídos, a dor que passamos lado a lado, a tua existência entre nós... As pessoas com a sua marca Marcelino, não morrem se encantam dentro de cada um de seus familiares.
Saudades, a eterna presença de sua ausência Marcelino.
Um ano sem a sua presença. E o vazio que ficou é tão grande que nos faz pequenos diante tamanha saudade!
|  Raimundo Daniel Duarte, Meu Pai
Hoje papai, não faço-lhe uma homenagem póstuma. Um reconhecido preito neste Dia dos Pais (12/08/2007). Embora não esteja mais em nosso convívio, permanece em mim uma lembrança forte de um pai modesto, amigo, leal, bom, sincero, trabalhador e - acima de tudo – fiel aos princípios morais e de uma fá cristã admirável. Dedicou integramente sua vida ao comércio e a família. Casou-se com Maria Adelaide Duarte; mulher simples, bela e sincera; do casal nasceram sete filhos (quatro deles in memorian), sendo três ainda vivos: Carlos Antônio, Ivonilde e Socorro Daniel. Sua vida aqui na terra não foi fácil. Trabalhou e lutou para educar os filhos e conseguiu, sendo respeitado por toda classe humana, porém algumas pessoas, por falta de brio, quiseram macular sua imagem, mas não o atingiu, nem diminuiu sua honra, pelo contrário, o enalteceu mais ainda. Para mim, você foi e será sempre um vencedor, um herói, um ídolo digno de ser lembrado e honrado para sempre. E não nos deixou riquezas materiais, mas uma marca idealista e gratificante ao respeito humano e a dignidade moral. Sua estrela sempre brilhou e continuará brilhando, mesmo no infinito. Maria do Socorro Duarte Figueiredo |  Manoel Geraldo Fernandes - 20/07/1953 22/07/2003 Painho: É difícil descrever o pai, o amigo, o companheiro que foste para nós. Ficou o seus exemplos e isto nos é suficiente para dizer que o Senhor foi e será o maior pai deste mundo. Os anos se passaram e cada dia sinto o Senhor mais perto de Deus e de nossas vidas. Sabe Painho! Nada apagará a lembrança que temos de teus gestos de amor, de carinho... que nos proporcionaste nesse pouco tempo que convivemos juntos. Obrigado, Painho, por tudo. Te amamos demais! Seus filhos: Aldina e Juninho. |  Maria Lira Sarmento (Dona Senhora) 15/08/1918 +12/12/2006
Um exemplo de pessoa amiga e sincera. Nas muitas horas de dificuldades que passamos na cidade de Sousa (quando morávamos lá) Dona Senhora sempre se apresentava como um anjo de luz... Que Deus, em sua infinita bondade e misericórdia, a tenha perto de si. A toda a sua família os mais sinceros votos de pesar pela perda irreparável de tão estimada pessoa. Aparecida Figueiredo Uiraúna - Paraíba |  AZUIL - Papai,
Ainda que falássemos a língua dos homens e dos anjos, sem amor nada seríamos...”. Sem amor a nossa existência é deserta de sentido, é desprovida de relevância, é, portanto, estéril. O amor é o que norteia, é o que dá forma à vida. Por isso, onde há amor, há a plena manifestação de Deus, que se humaniza no próximo, sem perder a sua dimensão divina. A nossa convivência com papai foi uma perene e admirável construção do amor, que nos fez aprender a respeitar, a compartilhar, a superar. Nesse contexto familiar nada foi imposto, tudo foi conquistado e, dessa forma, os deveres eram cumpridos com espontaneidade, com suavidade.
A cada dia ele conseguia, por meio das suas ações, nos transmitir preciosos valores, fazendo-nos assimilar que ser humano nem sempre é ser gente e que palavras convencem, mas exemplos arrastam. Através do seu doce olhar, ele nos transmitia uma segurança tão intensa que tínhamos a sensação de que ao seu lado nada nos poderia atingir. Doçura essa que ele sempre conservou, apesar das atribulações vivenciadas e das injustiças das quais foi vítima.
A eterna preocupação com o nosso bem-estar o fez planejar toda a sua vida em prol da nossa formação pessoal e profissional. Sem dúvida, nós fomos o projeto da sua vida e não há nada mais divino do que essa doação incondicional ao outro. Mas ele o fez com tamanho despojamento que não poderíamos aferir outra verdade senão que ele nos amou de verdade e que, dessa forma, também nos ensinou a amar. Indubitavelmente, nesse momento nos encontramos profundamente abalados em virtude da consciência de que perdemos um grande pai. Mas, se fomos o seu maior projeto de amor, se pudemos ser os destinatários de tantos ensinamentos, temos que prosseguir e ser, por ele, uma família cada vez mais unida e feliz.
Por ter sido um pai tão presente, a sua ausência nos faz padecer de uma dor imensurável, mas a superação advirá das infindáveis lembranças da nossa maravilhosa convivência, pois nós éramos felizes e sabíamos!
Obrigada por tudo, papai, mas principalmente por nos ter deixado tantos belos exemplos e por nos ter proporcionado vivenciar o amor na sua mais genuína forma.
Nós o amaremos eternamente. Dos seus filhos: Maria Izabel, Déborah e Rodrigo.
Obrigada, Senhor, por ter me presenteado com uma jóia tão rara; por ter consentido que Azuil fizesse parte da minha vida como esposo e pai dos meus filhos; pela convivência harmoniosa de vinte e nove anos que tivemos, que me rendeu lições de sabedoria e humildade; pelo porto seguro que ele sempre foi, a nos abrigar na sua fortaleza de homem bom e pai exemplar.
Certamente, por tudo o que ele foi e fez, está descansando em paz. Saudades eternas da sua esposa que foi e será a sua eterna admiradora. |  José Jarleide Nogueira de Sousa 19/03/1956 - 12/11/2006 Homem simples, pai dedicado, ótimo filho, bom irmão. Tinha uma esposa dedicada que estava sempre do seu lado, Francisca Vieira da Silva, (Neném); no momento da tragédia ela estava ao seu lado. Tinha duas grandes paixões: conversar com os amigos e os Poçinhos. Foi um filho exemplar, era adorado por sua mãe. Numa dessas surpresas que a vida nos reserva, Jarleide perdeu a vida justamente na estrada que mais conhecia, Uiraúna aos Poçinhos, no dia 12 de novembro de 2006. A família agradece a todos que nesta hora tão difícil e triste estiveram presentes dando conforto. A Deus pedimos que nos dê conformação, pois somente a Sua mão divina fará Jarleide encontrar o cainho da luz e a Vida Eterna. Saudades eternas de sua mãe, irmãos, filhos, esposa, parentes e amigos. |  José Carlos Dantas de Lucena: 29/03/1981 – 15/06/2006 Maria Lucivânia Olímpio da Cruz: 11/06/1980 – 15/06/2006
“Pense em nós. Se você nos ama não chore. Quando sentir saudades... Não fique triste, pense em nós, pense em nossa amizade, nos momentos que passamos juntos, quem sabe, sonhemos os mesmos sonhos... Estamos agora absorvidos pelo encontro de Deus pelas suas expressões de beleza e amor. Se você verdadeiramente nos ama, não chore por nós. Estamos em paz.”
Saudades eternas de seus Pais, Irmãos, Familiares e Amigos |  Semeão Alves de Sá - 18/02/1978 – 08/10/2005
Na hora de sua missa de ano, celebrada na Matriz Jesus Maria e José em Uiraúna,
vivemos o momento em que chegamos a trezentos e sessenta e cinco dias sem a tua presença... Choramos e lamentamos a sua partida prematura, mas manteremos ressoando em nossos corações o “bom-dia” de cada dia, em todos os cantos de nossa casa, nas construções feitas por tuas mãos habilidosas, no campo de futebol, na roda de amigos a tua lembrança marcante e inesquecível. Sentiremos saudoso o toque no ombro, o abraço avivando nossas vidas que permanece na saudade, na recordação. E dessa recordação brotará forças para seguirmos adiante no sonho que você sempre sonhou. Os dias passam e com a fé em Deus vamos retomando a vida, claro que a falta que você nos faz é sem medida, mas basta sentir bem dentro de nossos corações, onde estará gravado para sempre seu jeito simples e humilde. Que Deus nos conceda a força de superar a dor e nos envie a graça de inspiração,porque a vida é breve, os sonhos se desfazem, as ilusões morrem tudo é efêmero e o tempo não se apaga.saudades de sua mãe Francisquinha, seus irmãos e sua filha Gabriela.
Familiares e amigos do inesquecível SEMEÃO. |  Sinval Vieira de Sousa 07/02/1934 – 01/04/2006
Sua vida simples e humilde não tira o esplendor de seu exemplo de bom pai, esposo, avô, irmão e amigo. Sempre guardaremos na lembrança sua alegria e o sorriso aberto a todos, mesmo nos momentos de sofrimento e dor que enfrentou na última etapa de sua vida, demonstrou a serenidade que somente os resignados do Salvador manifesta. Ao Deus de misericórdia, confiamos a alma deste Seu filho, orando para que receba a recompensa das promessas que consolidaram conosco neste momento, muito obrigado.
Com muita tristeza e saudade fica o nosso adeus a Sinval Vieira de Sousa. A família | José Fernandes Pires (Zé de Pedro Augusto) IN MEMORIAM PATER
(10/01/1947 – 18/03/2006)
“Quanto maiores somos em humildade, tanto mais próximos estamos da grandeza” Rabindranath Tagore
JOSÉ FERNANDES PIRES, nasceu em 10/01/1947 no sítio Arrojado, município de Uiraúna-PB, filho de Pedro Augusto Fernandes e Joana Pires Fernandes. Homem oriundo da terra, de mãos calejadas, pés grossos e rosto marcado pelo tempo. Viveu em essência a máxima de Euclides da Cunha – “O sertanejo é um forte”.
Casado com a Srª. Francisca Vieira Pires, enlace que lhe frutificou seus dois filhos: Maria das Graças Vieira Pires Leite e José Fernandes Pires Júnior. Sempre acreditou na força produtora da terra, mas nunca – apesar de não ser homem das letras – desacreditou do “caminho do saber”, como ele mesmo identificava a educação, que era algo tão ou mais importante quanto a terra. Por isso, ainda viu seus filhos galgarem a formação acadêmica nos cursos de Filosofia e Normal Superior - Ed. Infantil (em fase de conclusão). Foi um homem cultivador de amizades, seu jeito sério era apenas um meio de esconder a peculiaridade de sua alegria. Mas o que o definia como homem era o seu caráter. Sempre honrava seus compromissos e via na justiça um meio nobre da condição humana.
Deixou-nos um legado que não se constrói com recursos financeiros, mas com uma vida alicerçada na moral, e o reflexo desse legado foi transmitido aos seus próximos como parte inerente da nossa vida. Seu silêncio, às vezes, era o discurso de um grande orador. Quando ponderava, sabíamos que devia considerar suas decisões. Os heróis são feitos por meio, apenas, de um ato; porém os homens se fazem através de uma vida toda. Assim foi (em linhas breves) a vida deste homem que viveu 59 anos. Durante o curso existencial de sua vida não formou heróis, mas homens. Pai fica a certeza de que um dia nos encontraremos na eternidade celestial.
Mensagem escrita por seus familiares.
|  09/03/06, Meu Padrinho inesquecível...
Faço essa homenagem a uma pessoa muito especial que marcou minha vida... Meu Padrinho, Geraldo Juvino, que Deus em sua infinita bondade o acolha em Sua morada. Fico aqui repleto de saudades, lembrando momentos como esse, no carnaval de 2004, praia de Tibau-RN. Minhas sinceras condolências à toda família de Geraldo.
De seu afilhado, Teó Nonato |  Bonifácio Fernandes (14/05/1930 - 19/01/2005)
...É como se ele estivesse ainda em Uiraúna, acordando cedo para ir à padaria. A farmácia de Gilvan lhe trazia recordações que pareciam perdidas no tempo. E a noitinha certamente estaria na calçada da sua casa a aperrear Bebeu e tantos outros passantes.
Esperaria Netinho para assistir o jornal da oito. Alguém poderia de repente aparecer para pedir que aplicasse uma injeção ou verificasse a pressão arterial. Nesse instante fazia um ar compenetrado... Não sabia dizer não a ninguém...
Bonifácio feliz, brincado com as pessoas, servindo todos. Essa é lembrança que fica. Resistimos a pensar em despedida.
|  Manoel Pedro – 03/11/1925 06/03/2003
Ferreiro profissional, trabalhou muitos anos em Uiraúna. Muito conhecido e respeitado na cidade, “Seu Manel Pedro” deixou muitos amigos por onde passou.
“A ausência é para o Amor o que o vento é para o fogo. Apaga o pequeno e aviva o forte!”
De sua esposa e seus filhos: Marlete, Marlene, Marcone, Francisco e Marçulina. |  NOZINHO BARBOSA
Um coração tão forte e vigoroso, no dia 08 de Dezembro de 2005, tomou-se frágil e parou faltando apenas cinco dias para completar seus 82 anos de vida aqui na terra. Aquele mesmo coração que vibrava intensamente, que se emocionava, amava indistintamente, morre placidamente com um sorriso do dever comprido.
Nozinho, paizinho, papai, paideu, vovô, vozinho, tio nozinho, assim era carinhosamente chamado por sua esposa, filhos, netos e sobrinhos. Tão intenso era seu coração-marido, que expressava cuidados e carinho; coração-pai-avô-sogro-irmão-sobrinho e amigo, que amava a todos com a mesma intensidade, de uma só vez.
Gestos simples e tão cobertos de zelo representavam a sua qualidade bondade, que se expandia a cada dia, através das lições e ações por uma trajetória de vida dedicada ao trabalho e a família. Aprendemos com o teu exemplo; fortalecemos os nossos corações ao sabermos que o teu está em paz! DEUS foi generoso, em ti conceder esta paz antes que pudesse sentir o sofrimento que a doença poderia causar-te.
A tua partida nos deixa muita saudade, mas é compreendida através da fé em DEUS e do conforto através dos sinceros gestos de carinho e pesar, manifestado por todos. E esta união de solidariedade que nos faz acreditar que a alegria em ter vivido intensamente e compartilhado tua vida com todos, sempre te fará presente em nosso convívio.
Agradecemos, sinceramente a todos que foram solidários demonstrando a amizade e o carinho pelo nosso querido NOZINHO BARBOSA. A Família.
|  Os irmãos: Jácome (9/4/1978 - 18/8/1994) e Eduardo (1/6/1979 - 29/10/2000)
Dois jovens cheios de esperança para o futuro. Foram arrebatados em datas diferentes com o mesmo destino (em acidente de moto). Ainda hoje vivem, pois ninguém morre enquanto permanece vivo no coração de alguém... Saudades Pra Sempre... |  Irapuan Claudino Barbosa (16/02/1943 - 17/07/2003)
Vindo de uma cidade distante (Curitiba), fixou-se aqui e constituiu sua vida. Gostava demais dessa cidade e de seu povo, o qual considerava conterrâneo. Foi o primeiro serralheiro e ensinou essa profissão a muitos. Ao longo de seus 60 anos de vida, soube plantar bons frutos de amizade e respeito.
Faleceu de repente (vítima de infarto) no que parecia ser mais uma tarde como qualquer outra.
Deixou como legado sua esposa e seus cinco filhos que darão continuidade a sua história, que também faz parte da história dessa cidade que o adotou como filho.
|  Francisco Martins da Silva (Fulião) (14/11/1944 - 09/02/2004)
Uma figura muito popular entre os mais velhos de nossa cidade. Fulião era uma pessoa muito engraçada.
Seu jeito de enfrentar as situações da vida como se ela fosse uma comédia, nos deixa um exemplo bem marcante: não é preciso ser rico e ter bens para manter o sorriso que faz a vida ter valor...
Morreu repentinamente, sem tempo de despedidas, mas seu jeito bem humorado será lembrado ainda por muito tempo. |  Antônio Aquino.
Um homem que, para o povo de Uiraúna, deixou uma grande marca: a honestidade. Antônio Aquino foi por mais de uma vez prefeito e nesse período jamais se ouviu algo que denegrisse sua imagem de homem público.
Seus mandatos foram marcados por uma época de grande crescimento. Construiu muitas obras que impulsionaram a cidade à condição de pólo regional.
Ainda exerceu mandato na Câmara Municipal.
|  Ariosvaldo - Maestro
O grande Maestro Ariosvaldo, homem que dedicou à cidade de Uiraúna, sua maior riqueza, o dom da música.
Um amante incondicional da música, era apaixonado pela sua terra natal, seus familiares, amigos e enfim, seu povo.
Seu nome fica na História e na lembrança de nossa geração e de muitas outras que ainda virão.
|  Cosme Gualberto
Difícil que alguém em Uiraúna não se lembre dessa figura que virou ícone ao longo dos anos. Daquelas manhãs aonde, logo cedo, em sua Perua, esperava os passageiros que viajariam para Cajazeiras.
Era uma pessoa simples, trabalhadora e gerou um número expressivo de personalidades que se espalharam pelo Brasil afora.
Faz parte da História dessa cidade.
|  Vicente e Lourdes
É mais uma ano de saudades daqueles que vocês construíram sob as bênçãos do Altíssimo. Um belo exemplo de vida a dois. Foi um amor que se eternizou para sempre, até a mansão celeste.
Obrigado por existirmos...
Juvino, Vicente, Ursinha, Vanderlei e Toinho.
| Antônia de Sá Sobreira (Tereza de Tenor) (19/07/1936 - 20/01/2005)
Nascida no Sítio Santa Humbelinda em 19 de julho de 1936, Tereza Antônia de Sá Sobreira foi o que podemos chamar de "uma grande guerreira". Ao longo de seus 69 anos sempre soube respeitar suas amizades conservando sempre um sorriso animador e radiante. Era muito trabalhadora e sempre se ocupava fazendo crochê, pintando ou fabricando aquelas deliciosas cocadas.
Tereza casou-se no dia 29 de julho de 1955 com Raimundo Antenor Sobreira, conhecido por "Tenor", dessa união nasceram cinco filhos, uma mulher e quatro homens, entre eles, um que é muito conhecido aqui na cidade: Zé Ivônio.
Ela fazia parte do Apostolado da Oração entidade pertencente à Paróquia de Uiraúna. Era uma pessoa de grande carisma; nunca a vi sem aquele sorriso nos lábios. Tereza completaria 50 anos de casamento no próximo dia 29 de julho. A toda família dela nossos mais sinceros votos de pesar pelo seu falecimento.
|  Adenildo Viana Gouveia (24/08/1964 - 11/05/2003)
Um homem jovem; um camioneiro profissional; um pai-esposo amoroso; um irmão inesquecível; um amigo sincero; um filho insubstituível... São algumas de suas melhores qualidades, mas quem tem tantas assim precisa estar ao lado de Deus, por isso ele foi embora tão cedo...
Uma sincera homenagem de sua irmã Rivanir em nome de toda a família e dos amigos do inesquecível Adenildo.
"Quem é bom vive o tempo suficiente para ser inesquecível."
|  Francisco Lucy de Almeida (03/05/1950 - 06/09/2001)
Em 06 de setembro de 2001 falecia, no Distrito de Quixaba, em Uiraúna, Francisco Lucy de Almeida, conhecido como "Chico Bigode". Homem ainda muito jovem, foi vítima de um acidente de trabalho, quando sofreu um choque elétrico ao manusear sua máquina de solda.
Foi uma pessoa que começou a trabalhar desde sua infância; filho de pais agricultores, morou em algumas cidades como Recife e Sousa. Nos seus últimos dias morava com seus familiares em Quixaba onde tinha uma pequena bodega, criava bodes e trabalhava fabricando e consertando portões de ferro, profissão essa que acabou lhe tirando a vida num acidente muito inesperado e fatal.
| Maria Sucileide Duarte (Leda) (05/12/1955-24/06/2004)
Gostaria de prestar uma homenagem a uma pessoa que muito estimo e que, infelizmente, partiu muito cedo de nosso convívio. Trata-se da inesquecível professora luisgomense Maria Sucileide Duarte, conhecida por Leda. Tive o privilégio de conhecê-la há alguns anos quando fui seu aluno no Colégio Estadual de Uiraúna. Leda era uma pessoa de um interior muito cheio de sinceridade. Desde que a conheci percebi seu jeito obstinado e batalhador de enfrentar a vida. Era, além disso, alguém muito simples no viver, não dava valor ao luxo. Nas vezes que tive a oportunidade de encontrar com ela nunca a vi sem aquele seu sorriso estampador.
Uma professora dedicada, paciente e acima de tudo muito trabalhadora. São poucas as palavras que definiriam a personalidade e o caráter dessa mulher tão singular. Fiquei consternado com a notícia de sua partida tão precoce. Só trago comigo a certeza de que apesar de seus poucos anos ao nosso lado, ela cumpriu a sua missão. Infelizmente o dia de sua partida já havia sido marcado. E nem imaginávamos que fosse tão cedo.
Mas Deus não simplesmente a levou. Ele teve o devido cuidado de nos deixar o seu exemplo e todos aqueles que tiveram a chance de conviver com ela, seja como aluno, parente ou amigo, sempre levará no peito a lembrança da grande pessoa que foi.
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