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José Maranhão, ex-prefeito de Borborema, é preso por suspeita de homicídio

Além do ex-prefeito, outras duas pessoas foram presas pelo mesmo crime
Fábio Barbosa  |  08/04/2017 07:00
noticia José Maranhão, ex-prefeito de Borborema, é preso por suspeita de homicídio
noticia José Maranhão, ex-prefeito de Borborema, é preso por suspeita de homicídio

O ex-prefeito de Borborema, no Agreste, José da Costa Maranhão, foi preso no final da tarde desta quinta-feira (7). Ele é suspeito de mandante do assassinato do comerciante Raniery Cândido, ocorrido no dia 20 de maio de 2013, na cidade de Solânea. O mandado de prisão preventiva foi extensivo a Leonilton Maia Farias (popularmente conhecido por Mimo) e Josenildo Guedes dos Santos Júnior (o Baby), ambos também suspeitos de envolvimento. Baby foi preso em João Pessoa, com apoio de policiais civis da capital.

As prisões foram executadas por policiais civis e militares, atendendo decisão expedida pela Justiça. Os presos serão encaminhados para a Cadeia Pública de Solânea. Eles são acusados de terem encomendado a morte do comerciante por causa de uma dívida contraída com Raniery e também respondem por duas outras tentativas de homicídio contra a mesma vítima. Haverá uma entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira (7) para dar mais detalhes sobre o crime, que teve grande repercussão na região em 2013.

De acordo com o delegado seccional de Solânea, Diógenes Fernandes, a Justiça determinou a prisão depois que o Ministério Público da Paraíba ofereceu denúncia contra os suspeitos. A expectativa é que, presos, eles possam dar pistas sobre quem foram os executores do crime. Há informações de que o comerciante vinha fazendo cobranças das dívidas dos suspeitos, cujo valor exato ainda não foi revelado. Em poder de Raniery Cândido foi encontrado um cheque de R$ 10 mil, dado em garantia pelos suspeitos do crime.

A dívida, segundo a polícia, já havia sido paga quando o crime foi registrado. Os suspeitos teriam deixado o assunto “cair no esquecimento” para só então executar o crime. De acordo com Fernandes, apesar de ter tido passagem pela polícia por porte ilegal de armas, a vítima do crime era muito popular na cidade e, por isso, houve comoção na cidade por conta do crime na época. A polícia busca agora informações sobre os executores do crime.

Blog Suetônio Souto

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