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Polícia desarticula falsa empresa de seguros de veículos

Fabiano, proprietário da empresa e Luis Guedes Melo, sócio na empresa, foram presos em flagrante
Fábio Barbosa  |  08/04/2017 20:56
noticia Polícia desarticula falsa empresa de seguros de veículos
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A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Defraudações e Falsificações de João Pessoa, (DDF), deflagrou, na manhã desta sexta-feira (7),  uma operação policial na com o objetivo de apurar diversas fraudes praticadas pela empresa Way Seguros, situada na Avenida Tancredo Neves, em João Pessoa, de propriedade de Fabiano Nunes Siqueira. Duas pessoas foram presas apontadas como autoras de estelionato.

Segundo informações policiais, conforme a denúncia apresentada, a empresa celebrou diversos contratos de seguro de veículos, recebendo em média a quantia de R$ 1.800,00 por contrato. No entanto, quando os clientes da empresa precisaram acionar o seguro, passaram a ser orientados a pagar o conserto dos veículos, com a promessa de posterior ressarcimento. Na ocasião, também foram apreendidos mais de 30 contratos recentes da empresa, de maneira que o prejuízo causado pode ter sido superior ao informado à delegacia de R$ 150 mil.

Para a Polícia, alguns clientes chegaram a passar meses esperando por uma resposta da empresa, descobrindo que haviam caído em um golpe, pois não estavam segurados pela empresa, tendo que arcar com todas as despesas dos consertos. Em dois casos mais graves, a empresa Way Seguros fez o conserto dos veículos dos clientes e ‘repassou’ os veículos a terceiros, ou seja, vendeu os veículos dos clientes que sequer sabem aonde seus bens podem ser localizados. Quando procurado por suas vítimas, o suspeito passou a ignorá-las e não mais atendê-las, chegando a simular depósitos bancários em algumas ocasiões, visando manter as vítimas em erro e continuar a praticar suas condutas criminosas.

Fabiano Nunes Siqueira, proprietário da empresa, 42 anos, e Luis Guedes Melo, 43 anos, sócio na empresa, foram presos em flagrante pelos crimes de estelionato, apropriação indébita e associação criminosa. A DDF já identificou uma terceira pessoa envolvida nas fraudes e prosseguirá nas diligências necessárias à identificação de outros possíveis comparsas, objetivando ainda a identificação de outras vítimas da empresa, para que os prejuízos causados sejam devidamente ressarcidos e as condutas criminosas devidamente cessadas. Quaisquer denúncias sobre estas fraudes poderão ser encaminhadas à DDF pelo disque-denúncia da Polícia Civil – 197, com sigilo absoluto.

Os suspeitos serão levados para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.

Polícia Civil

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