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Renegociação de dívida: 5 erros para nunca cometer

Não existem milagres no mercado financeiro e, de alguma forma, você continuará em débito com a instituição
Fábio Barbosa  |  13/08/2017 16:35
noticia Renegociação de dívida: 5 erros para nunca cometer
noticia Renegociação de dívida: 5 erros para nunca cometer

A renegociação de dívida é uma modalidade muito utilizada pelas instituições financeiras, principalmente em tempos de crise. E trata-se de um procedimento que pode ser muito útil para quem está endividado.

A ideia é oferecer um produto, com menores juros, para que o cliente possa quitar eventuais débitos com a instituição. Falando assim, parece simples e tentador, mas é preciso tomar cuidado.

Não existem milagres no mercado financeiro e, de alguma forma, você continuará em débito com a instituição. O importante é garantir que este débito esteja de acordo com o seu orçamento, caso contrário o problema pode até piorar. Veja 5 erros que você não pode cometer na hora de renegociar suas dívidas:

1. Adotar prazos mais longos

Uma armadilha desconhecida nos empréstimos são os seus prazos. A maioria das pessoas pensam que só a taxa de juros aumenta o custo final de um financiamento. Mas, na verdade, prazos longos também oneram os empréstimos. Isso acontece porque a incidência de juros se alonga no tempo e torna o custo final maior do que o esperado.

Por isso, se você for negociar, não estenda o prazo de pagamento para além do que você já tinha contratado originalmente. Caso isso aconteça, você pode até pagar menos por mês, mas vai gastar mais ao fim da operação.

2. Cair na armadilha das vendas casadas

Nem todas as instituições agem com idoneidade nas renegociações. Um exemplo são as que praticam a venda casada, aproveitando o desespero do cliente que está endividado. Assim, os gerentes colocam a contratação de outro produto como um seguro ou título de capitalização, como condição para renegociar.

Além de ser prejudicial para a sua saúde financeira, a venda casada é crime. Se você for vítima, denuncie a instituição imediatamente.

3. Voltar a se endividar

Após renegociar, você deve fazer uma revisão no seu orçamento. Afinal de contas, se você estava em uma situação de débito, significa que suas finanças não estavam saudáveis. Caso não tome cuidado, você pode voltar a passar pela mesma situação, em pouco tempo.

4. Escolher a dívida errada para renegociar

Se você estiver com débitos em diferentes situações, o melhor é escolher os maiores para renegociar. Em geral, as dívidas mais onerosas são aquelas relacionadas ao cartão de crédito e ao cheque especial. Se estiver devendo muito nestes produtos, priorize a renegociação dessas dívidas em relação às outras.

Veja a comparação entre linhas de crédito mais caras, como cartão e cheque especial, entre outros.

5. Não verificar o custo total da renegociação de dívida

Não são só as taxas de juros que são incluídas em uma operação de renegociação. A instituição financeira cobra diversos encargos pelos seus produtos. Tudo isso deve estar registrado no contrato de forma consolidada.

Fique atento no momento da renegociação de dívida e não caia nas armadilhas citadas!

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