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Justiça julga improcedente AIJE contra prefeito sertanejo

Prefeito era acusado de compra de votos, uso da máquina pública, transferência arbitrária de eleitores
Fábio Barbosa  |  03/09/2017 10:10
noticia Justiça julga improcedente AIJE contra prefeito sertanejo
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O prefeito de Bom Jesus Roberto Bayma do PSD está comemorando mais uma vitória sobre seus adversários, é que foi julgada nesta terça-feira 29, pela juíza Dra. Adriana Lins da 42ª zona eleitoral a Ação de Investigação Judicial Eleitora (AIJE) proposta pela coligação derrotada, “A força da União” que teve como candidatos: Edvan Brito e João Alves (Dão), que pedia a cassação de seu mandato.

De acordo com o que apuramos, a denuncia buscava o convencimento da justiça eleitoral de que alguns crimes teriam sido cometidos pelo então postulante à reeleição Roberto Bayma, como por exemplo: Compra de votos, uso da máquina pública, transferência arbitrária de eleitores de outros municípios para Bom Jesus.

Porém a magistrada em seu despacho, decidiu pela improcedência da denuncia.

Com exclusividade para o “Folha do Vale” o denunciado se pronunciou e, disse que sempre esteve tranquilo quanto ao seu comportamento no pleito. Muito embora não fosse possível prever a interpretação dos fatos pelo julgador. O prefeito fez questão de pontuar que não precisou de ações ilícitas para ser reconduzido ao cargo.

Finalizando o prefeito fez um desabafo, quanto ao terrorismo feito nas redes sociais, por parte de determinadas pessoas que fazem oposição. Para o prefeito isso é coisa de desculpado. Bayma ainda insinuou que isto é uma forma deles se manterem vivos na política. Roberto convidou seus adversários para que tentem ajudar o município enviando pleitos para o governador de quem o grupo liderado pelo ex-prefeito Evandro Brito é aliado.

Para tentar voltar à politica a família Brito se uniu ao seu pior adversário, o ex-vereador e ex-líder da oposição João Alves da Silva (Dão), mentor da maioria das denuncias que quase levaram Evandro para a cadeia. Por muitos anos Brito não poderá disputar nenhum cargo é condenado com perda dos direitos políticos e a devolver muitos milhões que foram tirados de seu objetivo, ou seja, o de melhorar a qualidade de vida do povo.

Acusações graves feitas por Dão contra a família Brito e até mesmo contra o patriarca, foram motivos suficientes para a maior rejeição de um político naquele município. Foram 546 votos de maioria. Alguns correligionários da Britolandia, nome dado pela permanência da família muito tempo no poder, não digeriu até hoje nome a união sem força, entre Evandro e Dão.

Dão que por sua vez, além de promover ataques contra o Britismo, figura como uma das peças mais desgastadas da política local, ou seja, tentou três vezes ser prefeito não conseguiu, foi vice de Roberto na primeira candidatura não ganhou, na segunda, só pelo fato do vice ser genro de Dão foi à vitória a mais apertada da região apenas 12 votos.

Com a saída de Dão durante a reeleição, além de Bayma ganhar mais folego ganhou também mais apoios. Já seu ex-aliado além de ser decisivo para a segunda derrota consecutiva dos “Britos” não conseguiu reeleger sua esposa e o vereador Neco para vereadores, respectivamente.

CZN

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