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Ibope: Temer é aprovado por 3% e reprovado por 77% da população

Para 16%, o governo é regular, e 3% não sabem ou não responderam; levantamento mostra também que 92% dos brasileiros não confiam no presidente
Fábio Barbosa  |  28/09/2017 13:40
noticia Ibope: Temer é aprovado por 3% e reprovado por 77% da população
noticia Ibope: Temer é aprovado por 3% e reprovado por 77% da população

A popularidade do presidente Michel Temer (PMDB) despencou e no momento só 3% da população brasileira aprovam seu governo, segundo levantamento dos órgãos CNI/Ibope. O índice representa uma queda de 2% pontos porcentuais em relação à última pesquisa, divulgada em julho. Subiu de 70% para 77% o número de pessoas que consideram a administração do peemedebista ruim ou péssima. O governo é visto de forma regular por 16%, enquanto 3% não sabem ou não responderam.

A pesquisa mostrou que só 6% da população mantêm perspectivas ótimas ou boas com relação ao restante do governo — 72% manifestaram impressões negativas. A maneira de governar de Temer é aprovada por 7% e desaprovada por 89% das pessoas. Já 92% disseram não confiar no presidente.

Segundo o levantamento, 59% dos brasileiros dizem que o governo Temer é pior do que o da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). As administrações são iguais para 31%, enquanto apenas 8% consideram o peemedebista melhor do que a petista.

Também foi solicitado que os entrevistados apontassem espontaneamente duas notícias veiculadas sobre o presidente nas últimas semanas. O assunto “corrupção no governo”, sem especificações, foi citado por 23%. A Operação Lava Jato foi lembrada por 11%, enquanto 7% das pessoas mencionaram os 51 milhões de reais atribuídos ao ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB). No total, 44% mencionam temas ligados à corrupção.

Temer já foi notificado sobre a denúncia que o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot apresentou contra ele e outras lideranças do PMDB, incluindo os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência). O presidente terá de responder por formação de organização criminosa e obstrução à Justiça. Em agosto, o plenário da Câmara dos Deputados negou a autorização para o Supremo Tribunal Federal (STF) investigar Temer por corrupção passiva.

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