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Deputado paraibano defende direito a porte de arma para agentes de trânsito

Para o deputado, o Estado Brasileiro tem fugido dessa responsabilidade e a prova disse é que a criminalidade tomou conta do País
Fábio Barbosa  |  07/12/2017 16:22
noticia Deputado paraibano defende direito a porte de arma para agentes de trânsito
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O deputado Pedro Cunha Lima (PSDB) defendeu, nesta quarta-feira (6), durante discurso na tribuna da Câmara Federal, a derrubada do veto presidencial ao Projeto de Lei 3624/08, que concede porte de arma aos agentes de trânsito. A apreciação da matéria foi adiada, pela segunda vez, depois do esvaziamento da sessão. A derrubada do veto requer o apoio de pelo menos 257 deputados e 41 senadores.
 
Pedro chamou a atenção do Plenário destacando o direito de ter segurança. “O direito de proteger sua liberdade e sua vida não se refere a uma categoria específica, não se refere só ao policial, não se refere só ao agente de trânsito, ele se refere à sociedade como um todo. Todo cidadão brasileiro tem o direito de sair de casa e voltar vivo, tem o direito de sair de casa e ter proteção”, destacou.
 
Para o deputado, o Estado Brasileiro tem fugido dessa responsabilidade e a prova disse é que a criminalidade tomou conta do País. “A bandidagem impera na Nação, o Estado, acovardado, fugindo dessa função, que talvez seja uma das principais, não consegue dar uma resposta e o Brasil tem números de guerra”, disse.
 
Pedro lembrou que o Estado precisa reagir. “O Congresso Nacional reagiu. A Câmara e o Senado perceberam o que a situação traz e, de maneira digna e correta, fizeram essa nova adequação, para que haja a proteção de todos, não só dos agentes de trânsito. Não se trata de proteger só um segmento, mas todos”, disse.
 
De acordo com o deputado, é de se espantar que, de maneira surpreendente, o veto tenha chegado contrariando tanto a posição da Câmara quanto a do Senado. E sendo assim, ele disse que novamente, o Congresso Nacional, é chamado, convocado, a ficar ao lado da sociedade, a ter sensibilidade e a fazer um reconhecimento.
 
“Estes homens e estas mulheres estão aqui fazendo o manifesto que lhes cabe, com muita dignidade, porque vão às ruas. Hoje eles vêm especificamente ao plenário por não conseguirem cumprir suas funções de maneira digna, tendo proteção mínima”, lembrou o parlamentar.
 
O deputado chegou a fazer um apelo aos colegas para que em nome do cidadão de bem, da necessidade de reagir, da necessidade de confrontar o crime e de proteger a vida, o Congresso Nacional mantenha sua posição e não se curve ao veto que não deveria nem existir. “Faço a defesa dos agentes de trânsito e, sobretudo, de toda a sociedade, com a derrubada deste veto”, declarou.

Assessoria

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