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Mario Puzo não queria escrever livro no qual se baseou "O Poderoso Chefão"

"Um pequeno clássico." Assim o New York Times definiu o segundo livro do nova-iorquino Mario Puzo (1920-1999), uma história autobiográfica sobre uma família de imigrantes italianos nos Estados Unidos. Mas, apesar das boas críticas, The Fortunate Pilgrim ("O Peregrino Afortunado", sem edição brasileira), de 1965, vendeu apenas 4 mil exemplares - o que não bastava para o escritor sustentar sua esposa e cinco filhos.




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