GERAIS

Robô passa de submarino a drone em um segundo e pega carona no ar ou na água

A transição ultrarrápida de veículo subaquático para drone é baseada em um novo projeto de hélice, que tornou essa transição entre os diferentes meios mais rápida do que a maioria dos robôs aéreo-aquáticos anteriores - de fato, ele representa um salto gigantesco em relação aos primeiros protótipos de robôs híbridos de avião e submarino.

A grande inovação, a replicação da ventosa de peixe rêmora, foi obtida usando uma impressora 3D para fabricar uma espécie de almofada segmentada que pode consegue criar uma sucção firme mesmo quando parte da almofada não está em contato com a superfície. A sucção é gerada alterando o volume de cada segmento por meio de atuadores hidráulicos.

Nos testes, o robô pegou carona em um submarino de pesquisa para obter imagens do fundo do mar. Ele também se prendeu com sucesso ao robô submersível já em movimento, pegou carona por um tempo e então se desprendeu e voltou a movimentar-se por conta própria.

Enquanto ficava conectado, o robô consumiu cerca de 5% da energia que usa em sua própria propulsão. Ele também pode pegar carona em objetos no ar, quando usa cerca de 2% da energia necessária para voar por conta própria.

Além disso, é claro, o robô pode romper a superfície da água, voar de forma estável no ar e ressubmergir muitas vezes com uma única carga de bateria.

A equipe espera agora finalmente contar com um robô que seja útil em suas expedições reais, permanecendo operacional por longos períodos, sem correr o risco de ficar no mar quando a carga de sua bateria chega ao fim.




COMENTÁRIOS







VEJA TAMBÉM