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Grover Krantz arriscou sua vida científica por defender o Pé Grande


(Fonte: Retriverman/Reprodução)

Nascido em 1931, Grover Sanders Krantz foi um professor, criptozoólogo e antropólogo norte-americano, autor de mais de 60 artigos acadêmicos e 10 livros sobre a evolução humana, com pesquisas realizadas na China, na Europa e na Ilha de Java.

No entanto, Krantz também destinou boa parte de sua vida para estudar e defender de maneira ferrenha a existência do Pé Grande, arrebanhando dezenas de críticos que tiraram crédito de seus outros trabalhos devido à sua crença em algo folclórico.

 
Acusado de propagar uma "ciência marginal", o homem perdeu bolsas de pesquisa, promoções no trabalho, prestígio e até teve sua vida pessoal afetada -- incluindo o divórcio com Evelyn Einstein, que era a filha adotiva de Albert Einstein. Apesar de tudo isso, ele não desistiu.

Segundo o Science Daily, a carreira de Krantz foi marcada por assuntos controversos, como a vez que ele defendeu a preservação dos restos do Homem Kennewick, um esqueleto paleo-americano e pré-histórico encontrado no leito do Rio Columbia, em 28 de julho de 1996.
 

Resistindo até o fim


 

(Fonte: Retriverman/Reprodução)

 
Interpretando o papel do típico cientista solitário devido ao tipo de temas que defendia, Krantz também batalhou 8 meses contra um câncer no pâncreas, até sua morte em 14 de fevereiro de 2002. No entanto, enganava-se aquele que acreditava que o estudioso viraria as costas para a ciência em seu fim.




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